Como Funciona a Medicina Ortomolecular Para Emagrecer

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A constante busca por uma vida saudável leva a que conheçamos várias áreas da medicina que são indicados para que possamos alcançar nossos objetivos de forma eficiente. A medicina ortomolecular é uma dessas áreas.

Trata-se de uma medicina complementar e alternativa, que baseia-se na ideia que, há um ambiente nutricional perfeito em nosso organismo e que as doenças refletem deficiências nesse ambiente. O tratamento para as doenças é a correção das deficiências e desequilíbrios baseada na individualidade bioquímica, ou seja, cada paciente tem um tratamento único, baseado nas deficiências do seu organismo. Esse tratamento é feito pelo uso de substâncias naturais ao corpo, como vitaminas, minerais, aminoácidos, micronutrientes e ácidos graxos. Cada vez mais as pessoas tem buscado a medicina ortomolecular para emagrecer.

Há algo especial sobre a medicina ortomolecular. Ela é muita usada contra as temidas marcas da idade, ela ajuda no tratamento de pele e cabelos, deixando-os mais viçosos. E ela também pode ser o meio para quem precisa de um tratamento de redução de peso, através do ajuste de nutrientes, que se baseiam em uma mudança na alimentação. Essa é, objetivamente, a forma como funciona a medicina ortomolecular. Vamos saber mais.

A medicina ortomolecular para emagrecer – como funciona?

Perder peso não é fácil e muitas pessoas buscam cada vez mais, alternativas que funcionem, que ajude-as no processo de emagrecimento.

O grande problema é que normalmente, espera-se um milagre: começar uma dieta, dormir e acordar com muitos quilos menos. Isso acaba desestimulando as pessoas e fazendo com que desistam em pouco tempo, sem que ao menos vejam os resultados. Todo tratamento para a redução de peso apresenta resultados lentos, a perda de peso começa aos poucos. Com paciência e persistência, se consegue.

A medicina ortomolecular para emagrecer chega como uma grande aposta – mas como funciona? O médico solicitará alguns exames da medicina convencional: sangue, urina e parasitório e mais um, chamado mineralograma, que identifica intoxicação por algum metal pesado e também identifica se há deficiência de minerais.

Após a análise dos resultados, o médico irá prescrever fórmulas manipuladas, com o que falta para promover o equilíbrio no seu organismo. Esses medicamentos irão corrigir as carências e também os excessos de vitaminas e minerais que estão presentes no organismo. Mas essa é uma parte do tratamento, a outra parte consiste da alimentação adequada – essa dieta irá excluir da sua alimentação os alimentos industrializados e incluirá alimentos in natura, tanto quanto possível.

Esse ajuste dos nutrientes e a mudança na alimentação acabam mexendo com o metabolismo e melhoram o funcionamento do intestino, o que facilita a eliminação de toxinas e a queima de gordura. E aqui a grande surpresa: resultados podem ser notados na primeira semana.

Medicina ortomolecular para emagrecer – dicas de alimentação

O cardápio das dietas propostas pela medicina ortomolecular têm como carros-chefe alimentos integrais, frescos e funcionais – eles nutrem, fortalecem o sistema imunológico e aceleram o metabolismo, o que resulta em um ótimo funcionamento do organismo.

Os alimentos integrais são os que não tiveram a estrutura modificada pelo processo de industrialização, os frescos são os que vieram direto do seu local de origem, sem passarem por processos de industrialização – uma dica: sempre que possível, consuma os orgânicos, que são os alimentos procedentes da agricultura sustentável e são livres do uso de produtos químicos sintéticos, e os funcionais são aqueles que fornecem vários benefícios à saúde, além do seu valor nutritivo, como redução do risco de câncer e diabetes ou risco de doenças crônicas, entre outros.

Essa dieta não proíbe os grupos alimentares, mas há dois alimentos que são cortados da alimentação: carne e gema de ovo.

Dicas importantes da dieta ortomolecular para emagrecer:

  • Não cozinhar demais os alimentos, como os vegetais, para evitar a perda de seus nutrientes. Alimentos como batata e cenoura devem ser cozinhados com a casca, pois ela ajuda a reter os nutrientes.
  • Não guardar os alimentos, principalmente frutas e verduras, na geladeira por mais de 3 dias, pois as propriedades e os nutrientes acabam se perdendo.
  • Não se alimentar em intervalos muito curtos de tempo – esse é o princípio de muitas outras dietas, que orientam que a pessoa se alimente a cada 3 horas. Em intervalos muito curtos começa a caracterizar as famosas “beliscadas”, que são as vilãs do ganho de peso.
  • Não comer grandes quantidades de uma vez só – é tudo equilibrado, lembre-se disso. As principais refeições devem ser mais completas, e os lanches entre uma refeição e outra devem ser leves, como frutas, iogurte, shakes ou barras de cereais.
  • Evitar beber líquidos durante as refeições, pois atrapalha a digestão e o aproveitamento de proteínas e vitaminas. Isso porque os líquidos diluem o suco gástrico, que é o responsável por quebrar as moléculas dos alimentos em partículas pequenas, para que o organismo as absorva. Com o suco gástrico diluído, os alimentos não serão quebrados da forma como devem ser e isso impedirá a absorção dos nutrientes.
  • Não comer com pressa – especialistas afirmam que comer com pressa mexe com o organismo e favorece o aumento de peso, pois o cérebro não tem tempo suficiente para avisar os mecanismos de saciedade.
  • Não pular refeições – Pular uma refeição não fará ninguém emagrecer, bem pelo contrário. Nosso metabolismo armazenará energia, pois não saberá quando será a nossa próxima refeição. Sem falar que, na próxima refeição corremos o risco de exagerar na quantidade de alimentos.

Auxiliares da medicina ortomolecular em programas de redução de peso

A medicina ortomolecular utiliza ainda, como auxiliares em dietas de emagrecimento,  suplementos vitamínicos,  aminoácidos, ácidos graxos e  lactobacilos, de acordo com a necessidade de cada pessoa. Esses auxiliares ajudam com o aumento da imunidade,  reduzem o estresse, diminuem a vontade de comer doces, combatem a TPM e aceleram o metabolismo.

A dieta ortomolecular não promove somente a perda de peso – veja outros benefícios que vêm junto

Como se não bastasse o grande resultado que é a perda de peso e redução de medidas, a dieta ortomolecular ajuda a neutralizar os radicais livres, sendo uma poderosa aliada para retardar o envelhecimento degenerativo, que é a causa de muitas doenças, como Alzheimer, demência senil, Mal de Parkinson, osteoporose e outras.

Como toda dieta, é bom ter o acompanhamento de um profissional. E não esqueça que essa dieta é totalmente personalizada, portanto, não serve para o seu amigo e nem a dele servirá a você e muito pior, ela pode até causar um efeito contrário.

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